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	<title>HELDER FIRMINO - REFLEXÕES</title>
	<link>http://helderfirmino.blogsome.com</link>
	<description>Os Meus Apontamentos e Pensamentos</description>
	<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 00:42:00 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>

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		<title>Reflexão de Vida</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 00:35:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Baú do Conhecimento</category>
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		<description><![CDATA[	Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou e cambaleou, deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso portal. Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas, todas vestindo c&acirc;ndidos camisol&otilde;es e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou e cambaleou, deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso portal. Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas, todas vestindo c&acirc;ndidos camisol&otilde;es e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes: - Enfermeiro, eu preciso voltar urgentemente para o meu escritório porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque o meu convénio médico é classe A e isto aqui está-me parecendo mais um pronto-socorro. </p>
	<p>Onde é que nós estamos? </p>
	<p>- No céu. </p>
	<p>- No céu?&#8230; </p>
	<p>- É. </p>
	<p>- Tipo assim&#8230; O céu, CÉU!&#8230; Aquele com querubins voando e coisas do género? </p>
	<p>- Certamente. Aqui todos vivem em estado de gozo permanente. </p>
	<p>Apesar das óbvias evid&ecirc;ncias (nenhuma polui&ccedil;&atilde;o, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que houvesse mesmo apitado na curva. Tentou ent&atilde;o o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avan&ccedil;adas de negocia&ccedil;&atilde;o, de que aquela situa&ccedil;&atilde;o era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bónus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posi&ccedil;&atilde;o de Presidente do Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o da empresa. E foi aí que o interlocutor sugeriu: </p>
	<p>- Talvez seja melhor voc&ecirc; conversar com Pedro, o síndico. </p>
	<p>- É? E como é que eu marco uma audi&ecirc;ncia? Ele tem secretária? </p>
	<p>- N&atilde;o, n&atilde;o. Basta estalar os dedos e ele aparece. </p>
	<p>- Assim? (&#8230;) </p>
	<p>- Pois n&atilde;o? </p>
	<p>A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. &Agrave; sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro. Mas a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situa&ccedil;&otilde;es inesperadas e reagiu rapidinho:</p>
	<p>&nbsp;- Bom dia. Muito prazer! Belas sandálias! Eu sou uma executiva bem-sucedida e&#8230; </p>
	<p>- Executiva&#8230; Que palavra estranha! De que século voc&ecirc; veio? </p>
	<p>- Do 21. O distinto vai me dizer que n&atilde;o conhece o termo &quot;executiva&quot;? </p>
	<p>- Já ouvi falar mas n&atilde;o é do meu tempo. </p>
	<p>Foi ent&atilde;o que a executiva bem-sucedida teve um insight. A maxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero &agrave; esquerda em modernas técnicas de gest&atilde;o empresarial. Logo, com o seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posi&ccedil;&atilde;o hierárquica, por assim dizer celestial, ali na organiza&ccedil;&atilde;o. </p>
	<p>- Sabe meu caro Pedro? Se voc&ecirc; me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando &agrave; toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistémica. </p>
	<p>- É mesmo? </p>
	<p>- Pode acreditar porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, n&atilde;o vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o qu&ecirc;? </p>
	<p>- Ah, n&atilde;o sabemos. </p>
	<p>- Headcount, ent&atilde;o, n&atilde;o deve constar em nenhum versículo, correto? </p>
	<p>- Ham? </p>
	<p>- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispers&atilde;o. E dispers&atilde;ogera desmotiva&ccedil;&atilde;o. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isto rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avalia&ccedil;&atilde;o de performance. </p>
	<p>- Que interessante! </p>
	<p>- Depois, mais a médio prazo, assim que os fundamentos estiverem sólidos e o pessoal come&ccedil;ar a reclamar da press&atilde;o e a ficar stressado, a gente acalma a galera bolando um sistema de stock option, com uma campanha motivacional impactante, tipo: &quot;O melhor céu da América Latina&quot;. </p>
	<p>- Fantástico! </p>
	<p>- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquiza&ccedil;&atilde;o de um organograma funcional, nada que din&acirc;micas de grupo e avalia&ccedil;&otilde;es de perfis psicológicos n&atilde;o consigam resolver. </p>
	<p>- !!!&#8230;??? </p>
	<p>- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista&#8230; Ele existe, certo? </p>
	<p>- Sobre todas as coisas. </p>
	<p>- Óptimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high- -tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, parece-me extremamente atractivo. </p>
	<p>- Incrível! </p>
	<p>- É óbvio que, para conseguir tudo isto, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível com um pacote de remunera&ccedil;&atilde;o atraente, é claro. Coisa assim de salário de 6 dígitos e todos os fringe benefits e mordomias da praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho a certeza de que voc&ecirc; vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar num Turnaround radical. </p>
	<p>- Impressionante! </p>
	<p>- Isso significa que podemos partir para a implementa&ccedil;&atilde;o? </p>
	<p>- N&atilde;o. Significa que voc&ecirc; terá um futuro brilhante, mas se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque voc&ecirc; acaba de descrever exactamente como funciona o Inferno&#8230; <img title="emoticon" alt="emoticon" src="http://helderfirmino.blogsome.com/wp-content/plugins/Wysi-Wordpress/plugins/emotions/images/ponder.gif" border="0" /></p>
	<p>Autor: Max Gehringer (Revista &quot;Exame&quot;) </p>
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		<title>O Norte - por Miguel Esteves Cardoso</title>
		<link>http://helderfirmino.blogsome.com/2006/12/18/o-norte-por-miguel-esteves-cardoso/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2006 20:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
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		<description><![CDATA[	&nbsp;&quot;Primeiro, as verdades.O Norte é mais Portugu&ecirc;s que Portugal.As minhotas s&atilde;o as raparigas mais bonitas do País.O Minho é a nossa província mais estragada e continua a ser a mais bela. As festas da Nossa Senhora da Agonia s&atilde;o as maiores e mais impressionantesque já se viram.Viana do Castelo é uma cidade clara. N&atilde;o esconde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>&nbsp;&quot;Primeiro, as verdades.<br /><strong>O Norte é mais Portugu&ecirc;s que Portugal</strong>.<br />As minhotas s&atilde;o as raparigas mais bonitas do País.<br />O Minho é a nossa província mais estragada e continua a ser a mais bela. <br />As festas da Nossa Senhora da Agonia s&atilde;o as maiores e mais impressionantes<br />que já se viram.<br />Viana do Castelo é uma cidade clara. N&atilde;o esconde nada. N&atilde;o há uma Viana<br />secreta. N&atilde;o há outra Viana do lado de lá. Em Viana do Castelo está <br />tudo &agrave; vista. A luz mostra tudo o que há para ver. É uma cidade<br />verde-branca.<br />Verde-rio e verde-mar, mas branca. Em Agosto até o verde mais escuro, que se<br />v&ecirc; nas árvores antigas do Monte de Santa Luzia, parece tornar-se <br />branco ao olhar. Até o granito das casas.</p>
	<p>Mais verdades.</p>
	<p><strong>No Norte a comida é melhor.<br />O vinho é melhor.<br />O servi&ccedil;o é melhor.<br />Os pre&ccedil;os s&atilde;o mais baixos.<br /></strong>N&atilde;o é difícil entrar ao calhas numa taberna, comer muito bem e pagar uma <br />ninharia.<br /><strong>Estas s&atilde;o as verdades do Norte de Portugal.<br />Mas há uma verdade maior.<br />É que só o Norte existe. O Sul n&atilde;o existe.<br /></strong>As partes mais bonitas de Portugal, o Alentejo, os A&ccedil;ores, a Madeira,<br />Lisboa, et caetera, existem sozinhas. O Sul é solto. N&atilde;o se junta. <br />N&atilde;o se diz que se é do Sul como se diz que se é do Norte.</p>
	<p><strong>No Norte dizem-se e orgulham-se de se dizer nortenhos. Quem é que se<br />identifica como sulista?<br /></strong>No Norte, as pessoas falam mais no Norte do que todos os portugueses juntos <br />falam de Portugal inteiro.</p>
	<p><strong>Os nortenhos n&atilde;o falam do Norte como se o Norte fosse um segundo país.<br /></strong>N&atilde;o haja enganos.<br />N&atilde;o falam do Norte para separá-lo de Portugal.<br /><strong>Falam do Norte apenas para separá-lo do resto de Portugal.</strong> <br />Para um nortenho, há o Norte e há o Resto. É a soma de um e de outro que<br />constitui Portugal.</p>
	<p><strong>Mas o Norte é onde Portugal come&ccedil;a.<br />Depois do Norte, Portugal limita-se a continuar, a correr por ali abaixo.<br />Deus nos livre, mas se se perdesse o resto do país e só ficasse o<br />Norte, Portugal continuaria a existir. Como país inteiro. Pátria mesmo, por<br />muito pequenina. No Norte.<br /></strong>Em contrapartida, sem o Norte, Portugal seria uma mera regi&atilde;o da Europa. <br />Mais ou menos peninsular, ou insular.<br />É esta a verdade.<br />Lisboa é bonita e estranha mas é apenas uma cidade. O Alentejo é especial<br />mas ibérico, a Madeira é encantadora mas inglesa e os A&ccedil;ores<br />s&atilde;o um caso &agrave; parte. Em qualquer caso, os lisboetas n&atilde;o falam nem no Centro <br />nem no Sul - falam em Lisboa. Os alentejanos nem sequer falam do<br />Algarve - falam do Alentejo. As ilhas falam em si mesmas e naquela &gt;entidade<br />incompreensível a que chamam, qual hipermercado de mil misturadas, Continente. <br />No Norte, Portugal tira de si a sua ideia e ganha corpo. Está muito<br />estragado, mas é um estragado portugu&ecirc;s, semi-arrependido, como quem<br />n&atilde;o quer a coisa.</p>
	<p>O Norte cheira a dinheiro e a alecrim.</p>
	<p>O asseio n&atilde;o é asséptico - cheira a cunhas, a conhecimentos e a arranjinho. <br />Tem esse defeito e essa verdade.</p>
	<p>Em contrapartida, a conserva&ccedil;&atilde;o fantástica de (algum) Alentejo é impecável,<br />porque os alentejanos s&atilde;o mais frios e conservadores (menos<br />portugueses) nessas coisas.</p>
	<p>O Norte é feminino.</p>
	<p>O Minho é uma menina. Tem a do&ccedil;ura agreste, a timidez insolente da mulher<br />portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha<br />pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso.</p>
	<p>As raparigas do Norte t&ecirc;m belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis,<br />daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se p&otilde;em a<br />escrever-se sozinhos.</p>
	<p>T&ecirc;m o ar de quem pertence a si própria. Andam de m&atilde;os nas ancas. Olham de <br />frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas n&atilde;o<br />d&atilde;o confian&ccedil;a. Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e<br />honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem<br />belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade. <br />Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas,<br />da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de<br />um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. Gosto<br />das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas, de <br />carrapito perfeito, que t&ecirc;m os olhos endurecidos de quem passou a vida<br />a cuidar dos outros. Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias. Gosto das<br />burguesas, vestidas &agrave; maneira, de bra&ccedil;o enla&ccedil;ado nos homens.<br />Fazem-me todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os <br />maridos, mas gosto delas.</p>
	<p>S&atilde;o mulheres que possuem; s&atilde;o mulheres que pertencem.</p>
	<p><strong>As mulheres do Norte deveriam mandar neste país.<br /></strong><br />T&ecirc;m o ar de que sabem o que est&atilde;o a fazer. Em Viana, durante as festas, s&atilde;o <br />as senhoras em toda a parte.<br />Numa prociss&atilde;o, numa barraca de feira, numa taberna, s&atilde;o elas que decidem<br />silenciosamente.</p>
	<p>Trabalham tr&ecirc;s vezes mais que os homens e n&atilde;o lhes d&atilde;o import&acirc;ncia especial.<br />Só descomposturas, e mimos, e carinhos. </p>
	<p>O Norte é a nossa verdade.</p>
	<p>Ao princípio irritava-me que todos os nortenhos tivessem tanto orgulho no<br />Norte, porque me parecia que o orgulho era aleatório. Gostavam do<br />Norte só porque eram do Norte. Assim também eu. Ansiava por encontrar um <br />nortenho que preferisse Coimbra ou o Algarve, da maneira que eu,<br />lisboeta, prefiro o Norte. Afinal, Portugal é um caso muito sério e compete<br />a cada portugu&ecirc;s escolher, de cabe&ccedil;a fria e cora&ccedil;&atilde;o quente, os<br />seus peda&ccedil;os e pormenores. </p>
	<p>Depois percebi.</p>
	<p><strong>Os nortenhos, antes de nascer, já escolheram. Já nascem escolhidos.</strong> N&atilde;o<br />escolhem a terra onde nascem, seja Ponte de Lima ou Amarante, e apesar<br />de as defenderem acerrimamente, p&otilde;em acima dessas terras a terra maior que é <br />o &quot;O Norte&quot;.</p>
	<p><strong>Defendem o &quot;Norte&quot; em Portugal como os Portugueses haviam de defender<br />Portugal no mundo.</strong> Este sacrifício colectivo, em que cada um adia a sua<br />perten&ccedil;a particular - o nome da sua terrinha - para poder pertencer a uma <br />terra maior, é comovente.</p>
	<p>No Porto, dizem que as pessoas de Viana s&atilde;o melhores do que as do Porto. Em<br />Viana, dizem que as festas de Viana n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o aut&ecirc;nticas<br />como as de Ponte de Lima. Em Ponte de Lima dizem que a vila de Amarante <br />ainda é mais bonita.<br />O Norte n&atilde;o tem nome próprio. Se o tem n&atilde;o o diz. Quem sabe se é mais Minho<br />ou Trás-os-Montes, se é litoral ou interior, portugu&ecirc;s ou galego?<br />Parece vago. Mas n&atilde;o é. Basta olhar para aquelas caras e para aquelas casas, <br />para as árvores, para os muros, ouvir aquelas vozes, sentir<br />aquelas m&atilde;os em cima de nós, com a terra a tremer de tanto tambor e o céu em<br />fogo, para adivinhar.</p>
	<p>O nome do Norte é Portugal. Portugal, como nome de terra, como nome de nós <br />todos, é um nome do Norte. N&atilde;o é só o nome do Porto. É a maneira<br />que t&ecirc;m de dizer &quot;Portugal&quot; e &quot;Portugueses&quot;. No Norte dizem-no a toda a<br />hora, com a maior das naturalidades. Sem complexos e sem <br />patrioteirismos. Como se fosse só um nome. Como &quot;Norte&quot;. Como se fosse assim<br />que chamassem uns pelos outros. Porque é que n&atilde;o é assim que nos<br />chamamos todos?&quot;
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Eu Sou Pontual !!&#8230;?</title>
		<link>http://helderfirmino.blogsome.com/2006/11/19/eu-sou-pontual/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Nov 2006 01:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Cultura  Ideologias de Mercado</category>
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		<description><![CDATA[	A larga maioria dos gestores acredita ser pontual, uma excep&ccedil;&atilde;o &agrave; regra entre os portugueses, que, dizem, é n&atilde;o cumprir horas, conclui o estudo Pontualidade em Portugal, apresentado sexta-feira, que tra&ccedil;a um &laquo;panorama desolador&raquo; do fenómeno, escreve a Lusa. 
	O estudo da Ad Capita Executive Search para a AESE - Escola de Direc&ccedil;&atilde;o e Negócios, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A larga maioria dos gestores acredita ser pontual, uma excep&ccedil;&atilde;o &agrave; regra entre os portugueses, que, dizem, é n&atilde;o cumprir horas, conclui o estudo Pontualidade em Portugal, apresentado sexta-feira, que tra&ccedil;a um &laquo;panorama desolador&raquo; do fenómeno, escreve a Lusa. </p>
	<p>O estudo da Ad Capita Executive Search para a AESE - Escola de Direc&ccedil;&atilde;o e Negócios, indica que metade dos entrevistados - accionistas, administradores, gestores, directores, quadros e técnicos - acreditam que, em Portugal, n&atilde;o se cumprem horários, cren&ccedil;a de que apenas 5,4 por cento discordam. </p>
	<p>Por outro lado, 86,8 por cento dos questionados dizem ser pessoas pontuais, e 37,2 por cento, dos perto de 4.200 entrevistados garantem ser &laquo;sempre&raquo; pontuais. </p>
	<p>No que diz respeito a cumprimento de prazos a diferen&ccedil;a é menor - 51 por cento diz que os colegas n&atilde;o cumprem, enquanto 88 por cento dizem ser eles próprios cumpridores -mas a tend&ecirc;ncia é claramente a mesma. </p>
	<p>&laquo;Somos talvez mais exigentes com os outros e muito tolerantes com nós próprios, e provavelmente isto explica parte do paradoxo. Como resultado disto, procura-se mais facilmente o mínimo denominador comum&raquo;, afirmam os autores do estudo. </p>
	<p>O n&atilde;o cumprimento de prazos e horários, além da gest&atilde;o ineficiente de reuni&otilde;es, gera desperdício ao nível das organiza&ccedil;&otilde;es, e rouba competitividade &agrave;s empresas. </p>
	<p>&laquo;Qualquer tentativa para calcular o tempo (o dinheiro, bem entendido) perdido na sequ&ecirc;ncia desta intrincada teia de disfun&ccedil;&otilde;es e de desperdícios facilmente nos apresenta números assustadores&raquo;, adiantam. </p>
	<p>Quase um ter&ccedil;o dos inquiridos n&atilde;o usa agenda para controlar o seu tempo, e perto de 57 por cento afirma que as suas organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o t&ecirc;m o hábito de se preocupar com a gest&atilde;o eficiente das reuni&otilde;es. </p>
	<p>De acordo com dois ter&ccedil;os, nas suas empresas as reuni&otilde;es n&atilde;o come&ccedil;am &agrave; hora marcada, e a agenda, quando existe, n&atilde;o é cumprida em mais de 57 por cento dos casos. </p>
	<p>Fonte : Portugal Digital</p>
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	</item>
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		<title>Café : A conquista do Mundo</title>
		<link>http://helderfirmino.blogsome.com/2006/11/05/cafe-a-conquista-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Nov 2006 23:22:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Cultura  Ideologias de Mercado</category>
	<category>Investigação e Métodos de Pesquisa</category>
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		<description><![CDATA[	Diz a lenda&#8230;
	Era uma vez, há mais de mil anos, um monge que passeava pelas pastagens da Arábia quando, de repente, nota uma grande agita&ccedil;&atilde;o onde umas cabras pastavam. Impressionado com a alegria dos animais, o monge resolveu verificar mais de perto o que acontecia. Junto &agrave;s cabras estava um jovem pastor, chamado Kaldi, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><em>Diz a lenda&#8230;</em></p>
	<p><em></em><span>Era uma vez, há mais de mil anos, <strong>um monge que passeava pelas pastagens da Arábia</strong> quando, de repente, nota uma grande agita&ccedil;&atilde;o onde umas cabras pastavam. Impressionado com a alegria dos animais, o monge resolveu verificar mais de perto o que acontecia. Junto &agrave;s cabras estava um jovem pastor, chamado Kaldi, que cantarolava e o quadro era de total &ecirc;xtase. O monge, muito curioso, notou que nas m&atilde;os do pastor havia uma pequena frutinha de cor vermelha. O pastor contou ent&atilde;o que aquela frutinha era a responsável por toda aquela felicidade e motiva&ccedil;&atilde;o, e apenas com a ajuda dela o rebanho conseguia caminhar por muitos quil&ocirc;metros com muita disposi&ccedil;&atilde;o. O monge n&atilde;o teve dúvidas, apanhou um punhado da fruta e levou para o seu monastério. Um pouco antes da ora&ccedil;&atilde;o noturna, ele resolveu experimentar. Sentiu ent&atilde;o seu corpo tomado por uma agradável sensa&ccedil;&atilde;o de júbilo e motiva&ccedil;&atilde;o. O monge orou a noite inteira e agradeceu ao novo elixir a súbita disposi&ccedil;&atilde;o. Surgia, ent&atilde;o, a nova bebida, considerada a fórmula ideal para deixar os monges acordados durante as rezas e os longos períodos de medita&ccedil;&atilde;o.</span></p>
	<p>O café, a bebida mais popular do mundo, é originário da <strong>Etiópia</strong>, antiga Absínia (centro da África). Mas a planta foi mesmo cultivada pela primeira vez pelos árabes - por isso a denomina&ccedil;&atilde;o &#8216;café arábica&#8217;, nome científico de uma das mais importantes espécies de café. Os Árabes tiveram o completo controle n&atilde;o só sobre o cultivo, mas também na prepara&ccedil;&atilde;o da bebida. O nome café é originário da palavra árabe qahwa, que significa vinho. Justamente por isso, o café era conhecido como &quot;vinho da Arábia&quot; quando chegou &agrave; Europa no século XIV. Como a proibi&ccedil;&atilde;o de bebidas alcoólicas era norma da religi&atilde;o maometana, o café tomou conta do mundo árabe, passando a ser consumido em larga escala. Mas, apesar disso, a bebida sofreu no início do século XVI sua primeira persegui&ccedil;&atilde;o, chegando a ser proibida durante algum tempo. Khair Beg, governador de Meca, tenta, em 1511, proibir o consumo do café. O sult&atilde;o, sabendo do ocorrido, decreta uma lei que torna o café uma bebida sagrada e condena o governador &agrave; morte. O café fez parte do dia-a-dia dos árabes com tanta for&ccedil;a, que, em 1475, foi promulgada uma lei permitindo &agrave; mulher pedir divórcio, se o marido fosse incapaz de lhe prover uma quantidade diária da bebida. Foi em 1544 que as primeiras casas de café foram abertas em Constantinopla - atual Istambul.</p>
	<p><strong>Planta proibida</strong></p>
	<p><strong></strong>Os Árabes, durante muito tempo, bem que tentaram esconder as planta&ccedil;&otilde;es para que nenhum estrangeiro tivesse acesso ao t&atilde;o raro fruto. Somente era permitido que saíssem do país gr&atilde;os previamente fervidos, que n&atilde;o germinariam em outras terras. Mas <strong>os holandeses burlaram essa vigil&acirc;ncia, conseguiram as primeiras mudas</strong> e as cultivaram em 1658. Daí, de um arbusto, trazido de Java para o Jardim Bot&acirc;nico de Amsterd&atilde;, foram tiradas mudas e posteriormente ofertadas aos principais jardins bot&acirc;nicos europeus. Uma das doa&ccedil;&otilde;es foi feita, em 1714, ao rei franc&ecirc;s Louis XIV. As mudas foram cuidadosamente colocadas nas estufas do Palácio de Versailles. Mal imaginava o rei que nas cafeterias que iriam surgir em Paris tempos depois é que seria planejada a Revolu&ccedil;&atilde;o Francesa.</p>
	<p>No início o café foi conhecido na Europa por suas propriedades medicinais. A partir do século XVII, porém, o mundo europeu passara a adotar o café como bebida. Já na Itália, onde entrou em 1615 por meio do porto de Veneza, o produto teve que vencer forte resist&ecirc;ncia da Igreja. Crist&atilde;os fanáticos incitaram o Papa Clemente VIII a condenar o consumo da bebida, tida como inven&ccedil;&atilde;o de Satanás. Ao provar o café, porém, o papa teria declarado: - &quot;Esta bebida é t&atilde;o deliciosa que seria um pecado deixá-la somente para os infiéis. Ven&ccedil;amos Satanás, dando-lhe nossa b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e tornando-a verdadeiramente crist&atilde;&quot;.</p>
	<p>O café rapidamente passou a fazer parte definitiva dos hábitos europeus. Diversas casas de café foram abertas e o consumo foi consagrado por nomes famosos como Rousseau, Voltaire, Richelieu, Johann Sebastian Bach, Diderot e muitos artistas. Até mesmo Napole&atilde;o Bonaparte, general e imperador da Fran&ccedil;a de 1804 a 1815, dizem foi um grande admirador do café. A bebida também foi brindada com uma composi&ccedil;&atilde;o especial. <strong>Johann Sebastian Bach</strong>, comp&ocirc;s, em 1732, sua célebre &quot;Cantata ao Café&quot;, para ser especialmente tocada nas cafeterias. Outra curiosidade é que o uso do café em Viena teve origem quando, após o cerco de 1683, os turcos abandonaram a cidade deixando entre os despojos algumas sacas do produto, até ent&atilde;o desconhecido. Frans George Kolschitzky, que tendo vivido no Oriente conhecia os gr&atilde;os, apoderou-se das sacas e procedeu &agrave; elabora&ccedil;&atilde;o e venda do produto, ao qual juntou a&ccedil;úcar e creme chantilly, assim nascendo o t&atilde;o apreciado café vienense.</p>
	<p><strong>O café no Brasil: história de paix&atilde;o</strong></p>
	<p><strong></strong>A história da vinda do café para o Brasil é envolta em mistério e romance. Em 1727, o sargento-mor <strong>Francisco de Mello Palheta</strong> teria recebido a miss&atilde;o oficial de trazer da Guiana Francesa as t&atilde;o preciosas mudas. Conta-se que os portugueses eram proibidos de receber a planta. Palheta, porém, disposto a cumprir sua miss&atilde;o se aproximou intimamente da esposa do governador de Caiena, capital do Suriname. Ela, tomada pela paix&atilde;o, ofereceu clandestinamente uma pequena muda do café Arábica que veio escondida na bagagem do brasileiro.</p>
	<p>Nos primeiros tempos o cafeeiro se desenvolvera apenas nas províncias do norte do país, em pequenas planta&ccedil;&otilde;es. O café chegou ao Rio de Janeiro no início do século XIX, e foi plantado em chácaras na Tijuca, Gávea, Andaraí e Jacarepaguá. Da cidade maravilhosa o café expandiu-se pela Serra do Mar até atingir, em 1825, o Vale do Paraíba, alcan&ccedil;ando logo depois S&atilde;o Paulo e Minas Gerais e norte do Paraná. Uma curiosidade é que o café tipo santos, muito conhecido no mundo, nada tem a ver, como muitos pensam, com a cidade de Santos, porto exportador de café. Na verdade, a marca Santos deriva de Alberto Santos Dumont, que além de ter sido um pioneiro da avia&ccedil;&atilde;o, foi também considerado &quot;o rei do café&quot;.</p>
	<p>Depois de avan&ccedil;ar pelo Vale do Paraíba e chegando a Campinas, o Brasil, em 1860, torna-se uma grande pot&ecirc;ncia exportadora de café com 26 milh&otilde;es de pés plantados. O café torna-se o principal sustentáculo de uma aristocracia rural t&atilde;o opulenta quanto a dos senhores de engenho, composta de ricos fazendeiros que passam a ser chamados de bar&otilde;es do café. O café também traz progresso. O escoamento da safra era de fundamental import&acirc;ncia, por isso, em 1867, inaugurou-se a <strong>Santos - Jundiaí</strong>, que unia Santos, principal porto de exporta&ccedil;&atilde;o de café, &agrave;s zonas de produ&ccedil;&atilde;o. Outras ferrovias surgiram como a Paulista, a Mogiana, a Sorocabana e a Noroeste, cujos tra&ccedil;ados orientaram a dire&ccedil;&atilde;o de novas lavouras; mais tarde os cafezais atingiram também o norte do Paraná. Mas foi S&atilde;o Paulo que tornou-se a Metrópole do café. O progresso atingiu também as cidades do interior, onde surgiram bancos e casas bancárias. A cultura cafeeira atraiu grande número de imigrantes, sobretudo italianos, que vieram em busca de novas perspectivas. Para incentivar a produ&ccedil;&atilde;o e suprir o problema da m&atilde;o-de-obra, com o fim da escravid&atilde;o, o governo incentivou a imigra&ccedil;&atilde;o, principalmente da Itália.</p>
	<p><strong>A quebra do setor cafeeiro no Brasil</strong></p>
	<p><strong></strong>Com a chegada da República, os coronéis do café, por meio da chamada política do café-com-leite, passaram a dividir e alternar-se com os mineiros na condu&ccedil;&atilde;o dos destinos do país. Porém, a crise de 29, com a quebra da bolsa veio a afetar profundamente a cafeicultura. O financiamento junto aos bancos estrangeiros é interrompido. O pre&ccedil;o do café despenca levando muitos fazendeiros &agrave; miséria e ao desespero. Milhares de sacas de café estocadas foram queimadas. O excedente da produ&ccedil;&atilde;o também faz com que milh&otilde;es de pés de café sejam erradicados, na tentativa de estancar a continuada queda de pre&ccedil;os. Tem início a maior crise da história no setor cafeeiro.</p>
	<p>Com a recupera&ccedil;&atilde;o da economia Mundial, após o golpe de 1929, o Sudeste do país volta a crescer, agora apoiado na cafeicultura e na indústria, com express&atilde;o cada vez maior na economia local. Assim, o café brasileiro vai gradualmente retomando sua importante posi&ccedil;&atilde;o na pauta de exporta&ccedil;&otilde;es e o Brasil consegue manter-se como principal produtor de café do mundo e segundo maior mercado consumidor.</p>
Fonte: Pascoal, Luís Norberto. Aroma de Café - Guia Prático para Apreciadores de Café. 1999.
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cultura Ideologias de Mercado</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Oct 2006 16:32:08 +0000</pubDate>
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	<category>Uncategorized</category>
	<category>Cultura  Ideologias de Mercado</category>
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		<description><![CDATA[	Aulas extremamente participadas com conclus&otilde;es mentais inesperadas,&nbsp;que nos&nbsp;tentam ensinar a ser &quot;OpenMind&quot; em rela&ccedil;&atilde;o ao mundo em geral, e em particular ao marketing. Aulas a n&atilde;o&nbsp;faltar PF.&nbsp;&nbsp;
	Conceitos a desenvolver na disciplina :
	Ser capaz de desenvolver um conjunto de actividades na gest&atilde;o de marketing, que inclua a influ&ecirc;ncia das cultura na especificidade dos diferentes mercados. 
	Adaptar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Aulas extremamente participadas com conclus&otilde;es mentais inesperadas,&nbsp;que nos&nbsp;tentam ensinar a ser &quot;OpenMind&quot; em rela&ccedil;&atilde;o ao mundo em geral, e em particular ao marketing. Aulas a n&atilde;o&nbsp;faltar PF.<img title="emoticon" alt="emoticon" src="http://helderfirmino.blogsome.com/wp-content/plugins/Wysi-Wordpress/plugins/emotions/images/lol.gif" border="0" />&nbsp;&nbsp;</p>
	<p>Conceitos a desenvolver na disciplina :</p>
	<p>Ser capaz de desenvolver um conjunto de actividades na gest&atilde;o de marketing, que inclua a influ&ecirc;ncia das cultura na especificidade dos diferentes mercados. </p>
	<p>Adaptar conceitos, estratégias e metodologias de marketing a diferentes mercados, respeitando os principios do relativismo Cultural.&nbsp;</p>
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		<title>Linguagem Apresentação Empresarial</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Oct 2006 16:23:00 +0000</pubDate>
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	<category>Uncategorized</category>
	<category>Linguagem e Apresentação Empresarial</category>
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		<description><![CDATA[	A 1&ordm; aula foi fantástica e geradora de muita pró-actividade. Esta disciplina para mim é a que eu me sinto mais á vontade; devido a minha constante aplica&ccedil;&atilde;o (Diariamente) deste tema. Já n&atilde;o chegava durante o dia fazer apresenta&ccedil;&otilde;es e palestras para grupos, e á noite ter que me submeter á &quot;luz da ribalta&quot; novamente&#8230;.. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A 1&ordm; aula foi fantástica e geradora de muita pró-actividade. Esta disciplina para mim é a que eu me sinto mais á vontade; devido a minha constante aplica&ccedil;&atilde;o (Diariamente) deste tema. Já n&atilde;o chegava durante o dia fazer apresenta&ccedil;&otilde;es e palestras para grupos, e á noite ter que me submeter á &quot;luz da ribalta&quot; novamente&#8230;.. Ajudem-me&#8230;&#8230;&#8230;..</p>
	<p>Competencias a desenvolver :</p>
	<p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="550" border="0">
<tr>
<td align="left">Elabora&ccedil;&atilde;o de diferentes tipos de relatórios realizados em contextos empresariais, contendo as regras de linguagem e comunica&ccedil;&atilde;o escrita adequadas. Os relatórios s&atilde;o posteriormente apresentados oralmente a diferentes públicos, nomeadamente empresariais; a apresenta&ccedil;&atilde;o é efectuada com base em diferentes métodos e técnicas pedagógicas, tendo em conta a diferencia&ccedil;&atilde;o dos públicos e os conteúdos a apresentar.</td>
</tr>
</table></p>
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		<title>I.M.P.</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Oct 2006 16:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Investigação e Métodos de Pesquisa</category>
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		<description><![CDATA[	Estas 2 primeiras aulas foram muito reveladoras da importancia da disciplina. Os trabalhos de grupo est&atilde;o a todo o vapor, e o bog a funcionar. N&atilde;o percam os proximos desenvolvimentos&#8230;&#8230;
	Principais Compet&ecirc;ncias da disciplina :
	


Realizar um relatório escrito de pesquisa tendo como base um problema concreto de organiza&ccedil;&atilde;o. Este relatório deve estar em conformidade com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Estas 2 primeiras aulas foram muito reveladoras da importancia da disciplina. Os trabalhos de grupo est&atilde;o a todo o vapor, e o bog a funcionar. N&atilde;o percam os proximos desenvolvimentos&#8230;&#8230;</p>
	<p>Principais Compet&ecirc;ncias da disciplina :</p>
	<p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="550" border="0">
<tr>
<td align="left">Realizar um relatório escrito de pesquisa tendo como base um problema concreto de organiza&ccedil;&atilde;o. Este relatório deve estar em conformidade com o funcionamento da empresa e deve integrar as diversas fases, técnicas e instrumentos adequados &agrave; sua implementa&ccedil;&atilde;o.</td>
</tr>
</table></p>
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		<title>Fundamentos de Gestão</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Oct 2006 16:14:23 +0000</pubDate>
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	<category>Uncategorized</category>
	<category>Fundamentos de Gestão</category>
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		<description><![CDATA[	Aguardava esta 2&ordf; aula com alguma expectativa, mas a&nbsp; aula ainda n&atilde;o foi muito reveladora&#8230;..Continuo Expectante
	Principios da Disciplina:
	Conhecer os fundamentos,objectivos,estrutura,organiza&ccedil;&atilde;o e funcionamento das empresas. Desenvolver a capacidade de elaborar,implementar e consolidar projectos numa organiza&ccedil;&atilde;o. Adquirir compet&ecirc;ncias profissionais potenciadoras da empregabilidade nas áreas da Gest&atilde;o e do Marketing
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Aguardava esta 2&ordf; aula com alguma expectativa, mas a&nbsp; aula ainda n&atilde;o foi muito reveladora&#8230;..Continuo Expectante<img title="emoticon" alt="emoticon" src="http://helderfirmino.blogsome.com/wp-content/plugins/Wysi-Wordpress/plugins/emotions/images/ponder.gif" border="0" /></p>
	<p>Principios da Disciplina:</p>
	<p>Conhecer os fundamentos,objectivos,estrutura,organiza&ccedil;&atilde;o e funcionamento das empresas. Desenvolver a capacidade de elaborar,implementar e consolidar projectos numa organiza&ccedil;&atilde;o. Adquirir compet&ecirc;ncias profissionais potenciadoras da empregabilidade nas áreas da Gest&atilde;o e do Marketing</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fundamentos de Marketing</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Oct 2006 16:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Fundamentos de Marketing</category>
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		<description><![CDATA[	


A primeira aula de Fundamentos de marketing foi muito dinamica, na forma de apresenta&ccedil;&atilde;o dos temas e avalia&ccedil;&atilde;o pelo Prof. Francisco Silva, sem com isto gerar alguma discuss&atilde;o o que é sempre bom, pois declara a motiva&ccedil;&atilde;o e empenhamento com que a turma encara o curso. Tenho a certeza que esta aula vai ser sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="550" border="0">
<tr>
<td align="left">
<p>A primeira aula de Fundamentos de marketing foi muito dinamica, na forma de apresenta&ccedil;&atilde;o dos temas e avalia&ccedil;&atilde;o pelo Prof. Francisco Silva, sem com isto gerar alguma discuss&atilde;o o que é sempre bom, pois declara a motiva&ccedil;&atilde;o e empenhamento com que a turma encara o curso. Tenho a certeza que esta aula vai ser sempre &quot; Altamente Desafiante. Esperemos para ve se se confirma a teoria&#8230;&#8230;.</p>
	<p>O que se pretenda nesta Disciplina :</p>
</td>
</tr>
	<tr>
<td align="left">Compreender o Conceito de Marketing - Perceber o &acirc;mbito e as aplica&ccedil;&otilde;es do conceito de marketing - Identificar as implica&ccedil;&otilde;es da adop&ccedil;&atilde;o do conceito de marketing nas organiza&ccedil;&otilde;es, nos consumidores e na sociedade. - Tomar contacto e utilizar alguns dos elementos fundamentais do processo de diagnóstico estratégico em marketing.</td>
</tr>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Olá Mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Oct 2006 16:08:36 +0000</pubDate>
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	<category>Uncategorized</category>
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		<description><![CDATA[	Após o desafio do Prof. Remondes para a cria&ccedil;&atilde;o do meu proprio Blog, aqui vai o resultado (quase) Final. Depois disto o mundo n&atilde;o voltara a ser o mesmo; e estou preparado para fazer História (online, claro). Até Breve Companheiros&#8230;&#8230;&#8230;.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Após o desafio do Prof. Remondes para a cria&ccedil;&atilde;o do meu proprio Blog, aqui vai o resultado (quase) Final. Depois disto o mundo n&atilde;o voltara a ser o mesmo; e estou preparado para fazer História (online, claro). Até Breve Companheiros&#8230;&#8230;&#8230;.<img title="emoticon" alt="emoticon" src="http://helderfirmino.blogsome.com/wp-content/plugins/Wysi-Wordpress/plugins/emotions/images/cool.gif" border="0" />
</p>
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